Curso de Inglês - Mitos

Já ensino inglês há quase 10 anos e desde então sempre escuto pessoas falando coisas do tipo: "O melhor inglês é o britânico", "Você só sabe inglês bem quando viaja"; "No inglês uma palavra significa mil coisas". Pensando nisso, decidi desmitificar algumas idéias errôneas sobre o inglês e cursos de inglês. A primeira é:


VOCÊ SÓ SABE INGLÊS BEM QUANDO VIAJA.

Mesmo não fazendo viagens você pode falar muito bem o inglês, mas é preciso dedicação. Aprender inglês é muito mais que ir as aulas, é realmente participar das aulas, fazendo as atividades, evitando o uso do português e buscando alternativas de aprendizagem (Internet, livros, filmes). Dessa forma você aumenta o contato com o idioma, crucial para ser fluente.

A experiência internacional deve ser vista como uma forma adicional de aprendizagem e será muito proveitosa caso você realmente “mergulhe” no novo país. Muitos viajam e procuram lugares onde os brasileiros costumam ir e acabam deixando de falar o inglês; outros se limitam em usar o vocabulário que aprendeu sem esforçar-se para deter novas informações. Aprender por osmose só da certo quando você passa muito tempo no local ou quando já teve uma boa base de ensino formal do idioma.

Isso quer dizer que não adianta pagar muito para passar 6 meses em um país da língua inglesa sem que você tenha tido pelo menos 150 horas de aulas (em cursos regulares). Já ouvi testemunhos de pessoas que ficaram 3 meses praticamente mudas, pois viajaram sem ter feito curso, entraram em choque e acabaram falando somente o necessário.

O ideal é fazer o curso até o intermediário no Brasil e concluir no exterior. Dessa forma você não se aperta em situação alguma, pois que já sabe o suficiente para uma viajem; além disso ,irá ter mais facilidade em entender situações e aprender coisas novas.

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